quando fala o coraçao

Suave e a brisa vespertina
Airosa qual canção de primavera
Benfazeja qual sol por sobre a terra
Ridente e sinfônico qual regato no verão
Infinita será esta quimera
Nos gestos que a alma fascina
Angelicalma valsando em via eterea

Beleza que jorra cristalina
Ode ao vasto firmamento
Lhanura que a todos fascina
Difícil não gravar cada momento
Regado com teu doce carisma
Incensado com esta coisa tão fina
Numa taça de mel perola fina

Jóia rara teu sorriso perolado
Olhar ,véu de orvalho perfumado
Nada se compara a esta força pujante
Assim suave ,brisa vespertina
Silente,brando,como céu todo estrelado

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