Co.mu.ni.ca.bi.li.da.de!

 A comunicação está em todos, muito antes de existirem governos e leis que a regulamentassem:
a troca de informações é livre, intrínseca, potente e transformadora.
  A rádio muda é uma rica experiência de apropriação e acesso às tecnologias de comunicação,
de expressão de necessidades sociais por espaços abertos ao diálogo, a atuação política, a
troca livre de informação e cultura.
 A rádio coloca-se num contexto muito maior de movimentos sociais por mídia livre, que
questionam o modo como as grandes mídias construíram-se historicamente, a legislação
vigente sobre meios de comunicação, e num sentido mais amplo, os próprios limites da
liberdade de expressão.
  O discurso da rádio muda é muito maior do que a reivindicação ao acesso, inclusão,
participação nesse sistema.
Elaluta pelo direito de definir um sistema próprio, onde a dimensão popular da sociedade é a mais relevante pra
comunicação no espaço público. 
  A rádio não reconhece o Estado como única entidade capaz de elaborar leis e regras relativas ao funcionamento
das comunicações.
  Todas as tecnologias são e deveriam ser considerados bens universais destinadas ao ser humano, sua comunicação,
sua inteligência e seu afeto.

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