Resposta a matéria publicada no Correio Popular dia 22/02

Como de costume a mídia comercial está mais preocupada em fazer sensasionalismo do que realmente informar as pessoas. Uma amostra disso é a matéria publicada Domingo (22/02) no site do Jornal Correio Popular de Campinas assinada pela jornalista Sarah Brito.

A matéria fala sobre a volta das transmissões da rádio Muda, mas contém uma série de informações falsas que provam que a jornalista em questão é ou despreparada ou mal intencionada:

 

"Um ano após a Rádio Muda ser lacrada por órgãos federais" --> Ano passado os equipamentos da rádio foram apreendidos (na verdade, um eufemismo de roubados), porém o espaço NUNCA foi lacrado.

 

"José Jorge Tadeu, disse que houve diversas tentativas da Reitoria para legalizar a Rádio Muda, que já tem 30 anos. Ele afirmou que a universidade ofereceu aos alunos uma frequência registrada e legalizada para que a rádio funcionasse sem risco de ferir a lei" --> A Universidade não tem o poder de oferecer uma frequência de rádio. O orgão que consede a CONCESSÃO para uso do espectro eletromagnetico é a camara dos deputados

 

"o Correio Popular esteve na sede da rádio Muda, uma caixa d’água desativada no Ciclo Básico da Unicamp." --> A caixa d'água, onde fica o estúdio, está e sempre esteve em pleno funcionamento, inclusive faz maior barulho! Sarah Brito provavelmente nunca esteve no local, ou saberia disso.

 

"a programação ainda não foi definida, e deve começar duas ou três semanas após as aulas retornarem" --> Sarah, sintoniza 88,5 no seu rádio aí! A Muda esta no ar, a programação está definida e aberta a nov@s programadores. 

 

As pessoas têm todo o direito de discordar e criticar o funcionamento da rádio Muda, mas qual a confiabilidade de uma jornalista que escreve uma matéria cheia de informações falsas?

Meça suas matérias parça!

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